quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

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Na largada e na chegada

Conheci a Aline, minha esposa, dentro da academia. Ainda entre o final de 2007 e o início de 2008. Eu estava machucado – tinha um princípio de fratura na canela esquerda – e não podia correr. Me “internei” na academia em aulas de bike do professor e colega Osni Frech Jr., que, curiosamente, hoje me dá aulas de bike novamente.


Corrida Pedra Branca, ano passado
Fazia aulas três vezes por semana e ela também. Aline estava começando a se envolver mais com o esporte para perder peso e ganhar qualidade de vida. Nessa convivência diária ficamos amigos e comecei a arrastá-la para a corrida também.

Dai para um relacionamento mais sério não demorou muito e posso garantir que a corrida fez esse envolvimento bem mais fácil e sólido. Aline diz que se inspirou em mim e nos textos que eu escrevia sobre corrida. Eu posso dizer que muitas vezes ela é meu combustível, meu incentivo para correr.
De lá pra cá, casamos, temos filhos – Rodrigo e Julia, que, se tivermos sorte, um dia seguirão nossos passos – e seguimos unidos pela corrida. Estamos sempre planejando corridas juntos, apesar de não conseguirmos mais treinar juntos. Fazemos revezamento de filhos e treinos. Nas corridas a gente conta com o auxílio dos pais dela, os avós queridos da Julia e do Rodrigo.

Essa foto foi tirada na virada do ano de 2008 pra 2009, na orla em Salvador-BA
Já fizemos algumas provas juntos, principalmente a São Silvestre, que ajudou a nos unir. Aliás, a maior lembrança que tenho dela é justamente nessa prova e em uma edição que ela não correu, mas foi como se estivesse comigo. Foi em 2008, quando corri a São Silvestre pela primeira vez. Ela comprou minhas passagens sem me avisar e depois praticamente me ordenou que fosse. Depois da prova, que foi especial porque fiz muito bem e por ser a primeira, fui ao encontro dela no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e seguimos para Salvador, onde passamos a virada do ano.
Essa foto registra nossa semana em Salvador, no início de 2009

A última corrida que fizemos juntos foi a Night Run Costão do Santinho, no sábado passado. E quase todo dia ela me vem com uma história que tem uma provinha aqui e outra ali que a gente poderia fazer – sempre sonhando e planejando novas viagens. Neste mês já falou em fazer uma prova no Peru e depois veio com outra história do México. No final, fazemos a maioria das provinhas aqui em Floripa mesmo.


Prova do sábado passado, Night Run Costão do Santinho
Mas o que vale é estarmos juntos, seja em casa cuidando dos filhos, seja nos treinos divididos e revezados, ou nas provinhas aqui ou ali. Aline é minha equipe, minha equipe completa, na largada e na chegada.

Pra ela, um beijo - te amo, meu amor

Pra vocês, o de sempre
Um abraço





6 comentários:

  1. Muito legal essa história! Um dia eu arrasto minha noiva pra corrida também. Pros pedais, já consegui. Abraço, meu caro.

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  2. Lindoooo!! Te amo demais!!!!!! Muitad corridas virão, esquecesse de mencionar a da Disney rsrs. Meu anjo da Guarda, meu principe encantado, meu amor!!!

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  3. Emocionante e corajosa manifestação, poucos são os que publicamente o fazem. Felicidades ao casal e filhos e vida longa nesta jornada terrena.
    Abraço, Khau Koerich

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  4. Lindos, história e texto bem escrito. Abraços queridos.

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  5. linda história! Parabéns ao Casal-corrida!

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