Ontem fui correr as 22h40. Foi o horário que me restou. E
tive uma sensação de que estava de volta ao velho apartamento da Agronômica,
quando eu ainda morava sozinho e saia pra correr nos horários mais malucos.
Lembro que o treino mais fora da casinha que eu fiz foi numa
madrugada entre domingo e segunda-feira. Eu tinha voltado do programa de
domingo na TV, o Show de Bola, que terminava às 23h. Cheguei em casa por volta
de umas 23h30 e até sair para correr já era meia-noite. E era um treino de uma
hora. Então eu iria terminar perto de 1 da madruga.
Naquela época eu nem ligava. A única regra de segurança pra
esses treinos era nunca passar duas vezes no mesmo lugar. Ia por cima na Lauro
Linhares e voltava pela beira-mar. Não passava pelos mesmos lugares pra não
correr o risco de algum gaiato me marcar na ida e tentar me assaltar na volta.
Hoje em dia tenho mais receio de sair nestes horários mais
avançados, até porque as responsabilidades são bem maiores com minha família,
agora com dois filhos lindos pra cuidar. Mas às vezes não há escapatória E o
vácuo dos compromissos meus e da Aline me empurra para uma única brecha de
noite.
O treino de ontem era bem simples, fui 20, voltei 20, em 40
minutos totais de treino leve. Fiz perto de 7kms de corrida. Estou numa semana
de recuperação.
Hoje tem musculação e amanhã corrida de novo – e já estou
começando a planejar em qual horário vou ter que fazer... é provável que de
noite de novo. Só não avisem pros gaiatos!
Um abraço


Colega Faraco, esses horários são complicados, não por conta da corrida, mas pela segurança de nossa cidade com muitos postes sem iluminação. Após um ano, estou de volta aos treinos que por conta das atividades profissionais e do mestrado tive que suspendê-los, porém com 12 quilos a mais e sem ritmo de treino, fui forçado a voltar, porém nesses horários alternativos citados por você, afinal se pensarmos em todos os perigos das ruas, não sairemos mais de casa e logo ficaremos doentes.
ResponderExcluirÉ verdade André. Sempre fico com receio, mas não tem como não fazer. A gente acaba se encontrando por aí. abss
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